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Plano de Governo — Leonardo Avalanche | Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)
APRESENTAÇÃO
Um Compromisso com o Brasil
O Brasil atravessa um momento decisivo de sua história. País de dimensão continental, de riqueza
natural extraordinária e de um povo reconhecido mundialmente pela capacidade de trabalho e
superação, o Brasil segue, ainda assim, aquém do que sua grandeza permite. Falta ao país aquilo
que nenhuma nação verdadeiramente desenvolvida abre mão: planejamento sério, execução
responsável e compromisso genuíno com quem trabalha, produz e sustenta a nação todos os
dias.
Este Plano de Governo nasce do reconhecimento da distância entre o potencial brasileiro e a
realidade vivida por milhões de famílias. Cada proposta aqui reunida faz parte de um mesmo projeto
de reconstrução nacional, que trata com a mesma seriedade a segurança pública, a economia, a
educação, a saúde, a proteção à mulher e à criança, a defesa nacional e o meio ambiente.
As dezenove propostas reunidas neste documento foram construídas a partir de estudo técnico, de
experiência internacional já comprovada e da escuta direta das principais demandas da sociedade
brasileira. Cada uma delas representa um compromisso concreto: transformar diagnóstico em
ação, e ação em resultado mensurável para o povo brasileiro.
Governar o Brasil exige mais do que boa intenção — exige método, disciplina, coragem institucional
e, acima de tudo, responsabilidade com o mandato que se pretende exercer. É esse o espírito que
orienta cada página deste documento, construído e assumido em conjunto com o Partido Renovador
Trabalhista Brasileiro (PRTB).
Esse compromisso se sustenta sobre três pilares que atravessam a história do nosso povo e
continuam vivos em cada família brasileira: Deus, pátria e família . É a fé que sustenta o brasileiro
nos momentos mais difíceis, é o amor à pátria que nos une diante das diferenças, e é a família que
forma o caráter de cada geração. Nenhum projeto de governo é sério se não parte desses valores.
O Brasil é diverso em região, em crença, em opinião — mas somos, antes de tudo, um só povo e
uma só nação. É esse espírito de unidade, acima de qualquer divisão, que este plano de governo
busca representar: um Brasil que se reconstrói junto, sem deixar ninguém pra trás.
Leonardo Alves de Araújo
Leonardo Avalanche — Candidato à Presidência do Brasil 2026
Presidente Nacional do PRTB
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ÍNDICE
Sumário
01 Imposto Único de 3,5% 4
02 iPhone para Todo Brasileiro 7
03 Zerar a Fila do SUS 9
04 Valorização do Motorista de Aplicativo 11
05 Tolerância Zero Contra o Crime 13
06 Educação Moderna com IA e Tecnologia, Voltada para Empreendedorismo 15
07 IPVA de R$ 50 por Mês 18
08 Um Polo Tecnológico de Escala Mundial no Brasil 19
09 Industrializar o Brasil: Produzir Aqui o Que É Nosso 21
10 O Brasil do Agro: Fertilizantes e Insumos Nacionais 24
11 Infraestrutura Pesada: Rodovias, Hidrovias e Ferrovias 26
12 Equipar as Forças Armadas 28
13 Indústria Automobilística Nacional 30
14 Segurança Jurídica para Todos 32
15 Abraço Azul: Apoio Real à Família Atípica 34
16 Segurança da Mulher 36
17 Tolerância Zero à Exploração Sexual Infantil 39
18 Juventude 42
19 Saneamento Básico e Coleta de Lixo 45
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PLANO DE GOVERNO · PROPOSTA 01
Imposto Único de 3,5%
Simplicidade tributária e mais poder de compra pra todo brasileiro
Chega dessa avalanche de impostos escondidos. Um imposto único de 3,5%
pra tudo — simples, transparente, sem letra miúda.
Nossa proposta é reduzir toda essa avalanche de impostos que pesa sobre o brasileiro pra uma alíquota
única de 3,5% . Nada de ICMS, ISS, PIS, Cofins, IPI, INSS, Imposto de Renda separados — um imposto
só, pra tudo.
Na prática: hoje, em boa parte do que você compra, quase metade do preço já é imposto. Um carro
popular que custa R$ 100 mil tem cerca de 50% só de imposto embutido (IPI, ICMS, PIS, Cofins etc) —
segundo consultoria especializada no setor automotivo, de cada R$ 100 mil pagos por um carro, metade
vai direto pro governo. Com o imposto único de 3,5%, esse mesmo carro passaria a custar cerca de R$
51.750 — uma economia de mais de R$ 48 mil, quase metade do preço de hoje.
Os tributos que hoje compõem essa avalanche: ICMS, ISS, IPI, PIS, Cofins, IOF, IRPJ, CSLL, IRPF,
INSS (patronal e do trabalhador), IPVA, ITBI, ITCMD e Imposto de Importação, entre outras taxas
setoriais. Nenhum outro sistema tributário do mundo desenvolvido concentra tantos tributos simultâneos
sobre a mesma cadeia produtiva.
Quem sustenta essa arrecadação hoje: a arrecadação federal de aproximadamente R$ 2,9 trilhões em
2025 vem, em sua maior parte, do bolso de quem não tem como escapar do imposto — o trabalhador
comum e o pequeno empresário, que pagam na hora, sem brecha, todo santo dia. As grandes empresas,
por outro lado, operam dentro de um dos sistemas tributários mais pesados do mundo, e por isso recorrem
a planejamento tributário, estruturas jurídicas complexas e mecanismos legais de postergação pra reduzir
sua carga efetiva — um comportamento racional diante de um sistema que cobra demais e complica de
propósito. Isso significa que os R$ 2,9 trilhões arrecadados em 2025 foram sustentados, na maior parte,
por quem menos tem estrutura pra driblar o imposto. É isso que muda com o imposto único: o trabalhador
e o pequeno empresário, que hoje pagam o equivalente a quase 50% embutido em tudo que compram,
passam a pagar só 3,5% — uma redução drástica, sentida positivamente no bolso todos os dias. E as
grandes empresas passam a ter, pela primeira vez, um imposto simples e justo pra pagar — cobrado
direto na fonte, sem burocracia, sem necessidade de estrutura complexa pra lidar com ele. Cobrado
assim, direto na fonte, ninguém mais vai conseguir sonegar: nem grande empresa, nem ninguém.
Todos passam a pagar o mesmo imposto justo. É esse fim da sonegação que faz a arrecadação
nacional triplicar — permitindo mais investimento em saúde, segurança e infraestrutura pra todo
brasileiro, sem tirar nada a mais de quem já pagava em dia.
Seu dinheiro rende mais: o efeito prático no dia a dia do brasileiro
Isso não é teoria — é dinheiro a mais no seu bolso, sentido de formas diferentes ao mesmo tempo:
1. Tudo que você compra fica pela metade do preço — e isso dobra seu poder de compra: não é só
o carro. Remédio, consulta e internação em hospital particular, material de construção pra fazer sua casa,
roupa, comida no mercado — praticamente tudo que você compra hoje carrega uma fatia de imposto
embutida que chega perto de 50% do preço final. Com o imposto único de 3,5%, essa fatia despenca em
cada um desses itens ao mesmo tempo. Construir a casa própria fica pela metade do preço. Comprar o
carro fica pela metade do preço. O remédio de uso contínuo, a consulta médica, o tratamento de saúde —
tudo cai pela metade. Na prática, isso significa que o mesmo salário que hoje compra uma coisa, amanhã
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compra o dobro. Viver no Brasil, com o mesmo dinheiro no bolso, dobra o poder de compra de quem
mora aqui.
2. Seu salário líquido vai aumentar: pega o exemplo de quem ganha R$ 10 mil por mês hoje: desconta
R$ 988 de INSS e cerca de R$ 1.525 de Imposto de Renda — o trabalhador recebe líquido perto de R$
7.487, quase R$ 2.500 a menos do que o valor cheio combinado com a empresa. Com o imposto único de
3,5% substituindo essa cobrança, esse mesmo trabalhador passa a descontar apenas R$ 350 — e recebe
líquido R$ 9.650 , praticamente o valor cheio do salário combinado. É uma redução de quase 90% no
imposto que sai do contracheque todo mês. Além do salário aumentar de verdade no fim do mês, ele
ainda compra mais com esse dinheiro — porque tudo que ele for gastar também caiu de preço. É o duplo
efeito: ganha mais, e o que ganha vale mais.
3. O dinheiro que sai da sua conta é o valor real, sem letra miúda: hoje, quando você recebe um
pagamento pelo Pix, pela maquininha ou por qualquer meio digital, uma cadeia de impostos diferentes
incide sobre esse valor, tornando quase impossível saber, na hora, quanto realmente é seu. Com um
imposto único e transparente de 3,5%, você sabe exatamente quanto vai pro governo e quanto é seu —
sem cálculo, sem letra miúda, sem surpresa no extrato.
Pra quem empreende — a mudança que reabre o Brasil pra quem quer trabalhar: hoje, o pequeno
empresário enfrenta a mesma avalanche tributária do grande, só que sem a mesma estrutura pra lidar
com ela — sem departamento jurídico, sem contador especializado, sem planejamento fiscal sofisticado. É
o pequeno negócio, o microempreendedor, o prestador de serviço autônomo, quem mais sente o peso de
um sistema desenhado pra quem tem estrutura pra navegar nele. A reforma tributária do governo atual
promete simplificar, mas ainda assim vai cobrar do empresário uma alíquota que pode chegar a quase
27% a partir de 2027 — continuando a exigir profissional especializado só pra entender quanto se paga.
No nosso governo, isso acaba: vira 3,5% pra todo empresário , do pequeno ao grande, sem exceção,
sem departamento fiscal, sem letra miúda. Além disso, contratar um funcionário custa hoje muito mais do
que o salário que ele recebe — o INSS patronal, sozinho, representa 20% adicionais sobre a folha de
pagamento. Com a substituição desse encargo pelo imposto único, o custo total de contratação cai de
forma expressiva, permitindo tanto abrir mais vagas formais quanto pagar salários mais competitivos pra
quem já trabalha na empresa. Empreender no Brasil deixa de ser um exercício de sobrevivência tributária
e passa a ser, de novo, sobre construir um negócio.
Comparação internacional — carga tributária
País Carga tributária Estrutura
Brasil (atual) 33% a 34% do PIB Múltiplos tributos federais, estaduais
e municipais
Estados Unidos Federal empresas: 21% · Estadual:
0-12% · Vendas: 7-8% (média)
Sistema federal segmentado por
estado
Paraguai Modelo "10-10-10": 10% IRE, 10% IVA,
10% IRPF
Sistema simplificado, alíquota única
por categoria
Brasil (proposta
Avalanche) 3,5% único Um único tributo, sem
sobreposição
Com 3,5%, o Brasil deixa de ser um dos países que mais cobra imposto do mundo e passa a ter a menor
carga tributária entre essas três referências — abaixo dos Estados Unidos e abaixo até do Paraguai, país
que só nos últimos dois anos já atraiu mais de 200 empresas brasileiras e recebeu cerca de 22 mil