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HUGGO DELEGADO VICE FELIPE MOREIRA Compromisso 5 - Saúde que Chega na Hora
Menos fila, menos espera e atendimento perto de casa - inclusive no interior.
O Estado tem bons equipamentos de referência - 13 hospitais próprios (8 na RMF e 5
no interior), 6 UPAs, o Samu 192 (cobertura de 100 % dos municípios exceto a capital),
Hemoce, Lacen e ESP/CE, além do repasse de incentivos a 85 hospitais polo - mas o
cearense enfrenta filas para consultas especializadas, demora em exames e
concentração da alta complexidade na capital, o que penaliza quem vive longe. Em
fevereiro de 2026, 64 mil pessoas aguardavam regulação, com hospitais como o IJF
operando sistematicamente acima de 100 % da capacidade.
A isso somam-se: subfinanciamento crônico do teto federal de Média e Alta
Complexidade (MAC); mortalidade infantil em 10,1 óbitos por 1.000 nascidos vivos
(queda de 17,6 % entre 2011-2025, mas ainda acima da meta de um dígito); baixa
resolutividade da atenção primária (cobertura de ACS estagnada em 62,18 % , com
17,55 % das internações do Estado sendo por Condições Sensíveis à Atenção
Primária); interiorização incompleta de hospitais estratégicos (Maciço de Baturité,
Centro-Sul e HU da UECE); rede de saúde mental insuficiente (mortalidade por
suicídio de 8,9/100 mil habitantes); fragilidade na resposta a emergências sanitárias
(Febre do Oropouche, arboviroses); déficit de especialistas fixados no interior; e
baixa capilaridade da vigilância sanitária e de zoonoses (só 71 % dos municípios
executam ações essenciais).
Boa parte da doença que lota o hospital começa na falta de saneamento - por isso
este compromisso conversa diretamente com os Compromissos 2 e 7.
O QUE ESTÁ EM JOGO?
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INDICADOR LINHA DE
BASE
META
2028
META
2030
Mortalidade infantil
(óbitos/1.000 NV) 10,1 9,5 8,5
Cobertura de ACS 62,18 % 70,0 % 85,0 %
Internações sensíveis à
atenção primária (ICSAPS) 17,55 % 15,8 % 13,0 %
Mortalidade por suicídio
(/100 mil) 8,9 7,3 6,5
Resolutividade regional <50,0 % 65,0 % 85,0 %
Ocupação hospitalar (TOH) >100 % 95,0 % 90,0 % HUGGO DELEGADO VICE FELIPE MOREIRA
Aproximar a média e a alta complexidade das regiões, reduzindo a dependência
da capital.
Fortalecer a atenção básica como porta de entrada resolutiva e acabar com o
paciente em maca de corredor.
ONDE QUEREMOS CHEGAR?
1. Choque de financiamento - complementação estadual do teto MAC indexada ao
IPCA-Saúde; ampliação do Programa Cuidar Melhor (ICMS Saúde); captação do PAC
Saúde e do Programa Agora Tem Especialistas; linha de crédito via BNDES para
infraestrutura hospitalar.
2. Rede materno-infantil (mortalidade de um dígito) - vinculação da gestante à
maternidade de referência já na 1ª consulta; expansão do Proexmaes às 5 Regiões de
Saúde; teste rápido de sífilis e HIV em 100 % das UBS; Método Canguru nos hospitais
regionais.
O QUE VAMOS FAZER?
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HUGGO DELEGADO VICE FELIPE MOREIRA 3. Regulação, transparência e redução de filas - Central de Regulação Única
Digital com painel público em tempo real; tempo máximo de espera por
procedimento (ex.: 90 dias para catarata); Programa de Alta Responsável e leitos de
transição; unificação das filas municipais e estaduais.
4. Atenção primária como porta de entrada resolutiva - incentivo suplementar a
municípios com cobertura de ACS ≥ 85 % ; metas de redução de ICSAPS; consolidação
do Ceará Sem Fome + Saúde; Avaliação Multidimensional do Idoso.
5. Interiorização e complexidade regional - conclusão dos hospitais do Maciço de
Baturité, do Centro-Sul e do Hospital Universitário da UECE; ampliação de leitos de
UTI nos 5 hospitais regionais; oncologia e neurocirurgia em todas as regiões.
6. Saúde mental e rede psicossocial - CAPS III (24h) nas 5 Regiões de Saúde; leitos
de saúde mental em hospitais gerais regionais; expansão das equipes eMulti na
atenção básica; programa de redução do suicídio.
7. Regulação de urgência e emergência - Central de Leitos em Tempo Real;
unificação das centrais SAMU Estadual e Fortaleza; telemedicina em 100 % das
ambulâncias; ampliação da Casa de Cuidados para 300 leitos de transição; meta de
Zero Macas em Corredor por mais de 24h.
8. Vigilância e emergências sanitárias - 5 novas Unidades de Vigilância de
Zoonoses (UVZ) regionais; consolidação do Centro de Inteligência (Cieges-CE);
Vigidesastres em 64 municípios.
9. Valorização e fixação de profissionais no interior - bolsa de fixação para
especialistas; ampliação das residências para 2.000 vagas; unidade móvel de
treinamento da ESP/CE.
10. Interiorização de equipamentos estratégicos (financiado pela Reforma
Administrativa)
11. Criação de Leitos de Retaguarda nas UPAs Estaduais e disponibilização de
vagas de Leitos de Retaguarda nos Hospitais Filantrópicos conveniados com o
Estado – A fim de reduzir, e ao longo do processo, acabar com as filas de esperar por
leito nos corredores da emergência dos Pronto Socorros, desafogando a rede
estadual quando a Taxa de Ocupação Hospitalar – TOH estiver acima de 95 % .
12. Hospital Infantil Albert Sabin 2 (HIAS 2) - Iguatu: unidade de alta
complexidade pediátrica com 150 leitos, padrão organizacional idêntico ao HIAS
Fortaleza, atendendo as regiões Centro-Sul e Cariri. Investimento total de R$ 260
milhões (obra civil, instalações especiais, equipamentos médico-hospitalares,
mobiliário/TI e supervisão), com inauguração prevista para julho de 2029.
13. Diretriz já assumida: integrar saúde e saneamento, tratando esgoto como
política de saúde preventiva (relação investimento × economia hospitalar).
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HUGGO DELEGADO VICE FELIPE MOREIRA Tesouro Estadual, respeitando o piso constitucional de 12 % da Receita Corrente
Líquida (RCL) para a saúde; transferências federais de MAC/APS.
Novo PAC Saúde (R$ 340 milhões) e Plano de Fortalecimento da Saúde do
governo federal (R$ 362 milhões); Programa Agora Tem Especialistas (R$ 75
milhões).
Economia gerada pela ampliação do saneamento (menos internações por
doenças de veiculação hídrica).
HIAS 2 (R$ 260 milhões): emendas de bancada federal do Ceará (R$ 100 milhões),
emendas individuais de deputados/senadores (R$ 60 milhões), Ministério da
Saúde/Novo PAC Saúde (R$ 50 milhões) e Tesouro Estadual/SESA (R$ 50
milhões). Custeio anual de operação: tabela SUS (R$ 60 mi, 38 % ), Fundo Estadual
de Saúde (R$ 50 mi, 31 % ), emendas parlamentares impositivas (R$ 30 mi, 19 % ) e
parcela da economia da Reforma Administrativa (R$ 18 mi, 11 % ).
DE ONDE VEM O RECURSO?
QUANDO ENTREGA?
Primeiros 100 dias:
Lei de complementação do teto MAC; universalização dos testes rápidos de sífilis
e HIV; lançamento do sistema digital de regulação com tempos máximos fixados
para 5 cirurgias prioritárias; instituição do incentivo por cobertura de ACS;
painel de leitos em tempo real e telemedicina no SAMU; 3 novas UVZs.
Licitação e conclusão dos projetos e início da obra civil do HIAS 2.
Criação de Leitos de Retaguarda nas UPAs Estaduais e disponibilização de vagas
de Leitos de Retaguarda nos Hospitais Filantrópicos conveniados com o Estado.
Central de Regulação Única Digital com painel público em tempo real; tempo
máximo de espera por procedimento (ex.: 90 dias para catarata); Programa de
Alta Responsável e leitos de transição; unificação das filas municipais e
estaduais.
1º ano:
Contratação da linha BNDES para modernização tecnológica; Método Canguru
em todos os hospitais regionais; integração de 100 % dos hospitais polo ao sistema
de regulação; redução do ICSAPS para 14 % ; entrega dos hospitais de Baturité e
Centro-Sul; CAPS III em todas as regiões; unificação das centrais SAMU e
expansão da Casa de Cuidados; 5 UVZs e Vigidesastres em 64 municípios.
Obra civil do HIAS 2 atinge 30 % , com início da instalação de equipamentos de
alta complexidade.
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HUGGO DELEGADO VICE FELIPE MOREIRA Mandato completo:
Recalibragem da política de incentivos por desempenho; meta de mortalidade
infantil de 8,5/1.000 NV; redução de 70 % na fila de espera histórica; atenção
primária como ordenadora real do cuidado em 100 % do Estado; autossuficiência
regional em 85 % dos procedimentos; cobertura universal de saúde mental na
atenção básica; Meta Zero Macas em Corredor; 2.000 residentes médicos.
Testes, comissionamento e inauguração do HIAS 2 em julho de 2029.
Como você cobra (indicadores)?
Tamanho da fila de consultas especializadas e tempo médio de espera de
exames; cobertura da atenção básica; internações por doenças de veiculação
hídrica (indicador cruzado com saneamento).
Os seis indicadores da tabela de metas (mortalidade infantil, cobertura de ACS,
ICSAPS, mortalidade por suicídio, resolutividade regional e ocupação
hospitalar).
HIAS 2 entregue com 150 leitos ativos atendendo Centro-Sul e Cariri.
Diminuição do tempo de espera na fila de Regulação de Vagas para Leitos de UTI
e de Enfermaria.
Redução/fim da política de “enfermaria de corredor” nos Pronto Socorros
Estaduais.
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